PERGUNTAS FREQUENTES
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Por quanto tempo preciso fazer terapia?
Isso depende de fatores como: os problemas e queixas apresentados, o ambiente em que você se situa (se ele favorece sua evolução ou não), o contexto social, dedicação no tratamento, realização adequada dos exercícios etc. Ou seja: não tem como dizer por quanto tempo necessariamente você vai ficar em terapia, mas certamente não serão anos de tratamento. A Terapia Cognitivo-Comportamental visa educar o paciente sobre seus problemas para que ele mesmo possa conseguir lidar de maneira funcional e autônoma com os desafios, portanto, em determinado momento, por você aprender as técnicas, estratégias e questionamentos, a terapia perde caráter de urgência e se torna mais um acompanhamento em si.
O psicólogo receita medicamentos?
Não, apenas profissionais médicos receitam medicamentos, e nesse caso, o psiquiatra.
Nem todo paciente precisará de medicamento. Mas se for necessário, eu poderei elaborar um encaminhamento e junto ao psiquiatra faremos um trabalho multiprofissional pensando com carinho em você.
Como funcionam as sessões de TCC?
As sessões são bem dinâmicas e sempre diferentes. Se você procura um tratamento que vai direto ao ponto, esta é a melhor abordagem para isso.
Já de início definimos metas de tratamento, eu educo você sobre o Modelo Cognitivo, definimos exercícios básicos como identificação e avaliação dos seus pensamentos, te ensino a entender sobre seu problema, diferenciar emoções e ensino a aplicar intervenções para melhorar sua relação com os problemas.
Por exemplo, para um paciente ansioso, falamos sobre as preocupações, entendemos o que de fato traz medo e ensino estratégias como a Respiração Diafragmática ou um relaxamento muscular, além de outras estratégias para o questionamento dos pensamentos ansiogênicos
O psicólogo pode revelar o que foi dito na terapia?
De acordo com nosso Código de Ética, eu poderei revelar informações específicas em alguns casos, como quando for solicitado judicialmente ou quando houver tentativa de suicídio ou algum comportamento que coloque em risco sua vida ou a de outras pessoas. Além disso, nada sai de nossa sessão, exceto em meus encontros de supervisão, os quais servem para eu falar do seu caso e um psicólogo me aconselhar e orientar no seu tratamento, sempre sem revelar seu nome.
Situações em que eu devo quebrar o sigilo:
Exemplo: legalmente falando, se um paciente me conta que cometeu assassinato, eu devo informar aos dispositivos cabíveis. A lei está acima do meu trabalho nesse caso.
Outro exemplo: um paciente está tentando suicídio e me avisou. Eu poderia, nesse caso, ligar para um parente, contar que sou o psicólogo do paciente (o que já seria uma quebra de sigilo) e informar da situação a fim de evitá-la. Não fazer isso não é uma opção. É meu dever ético e legal.